Reduzir as Desigualdades
Desde os primeiros momentos, a Fundação INATEL rege-se por um conjunto de princípios e valores que incluem o respeito pela vida e pela dignidade humana. No âmbito da sua atividade, encontramos contributos claros para a criação de uma sociedade melhor e mais justa.
Neste contexto, temos vindo a organizar o “Desafio 2030 – Uma agenda para o Desenvolvimento Sustentável”, que consiste num ciclo de 17 debates, organizados em harmonia com os princípios e objetivos propostos pela ONU.
Com estes debates pretende-se aproximar a ajustar a discussão de cada tema às especificidades e dinâmicas locais e regionais, que constituem a realidade do nosso país. Sendo o interior de Portugal reflexo dessa desigualdade, que se notam especialmente na vasta região alentejana, Castelo de Vide torna-se o ponto de encontro ideal para debater este tema.
 
Programa da Conferência
14h00 Receção de participantes
14h30
Sessão de abertura
António Manuel Nobre Pita, Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide
 
Francisco Madelino, Presidente do Conselho de Administração da Fundação INATEL
15h00
Visionamento de Documentário

Reduzir as Desigualdades, por Shannon O’Shea, Especialista de Programas, UNICEF
 
15h10
Globalização e Desigualdades
Globalização, Desigualdade e o papel da UE
João Medeiros, Adido Económico na Comissão Europeia – Representação em Portugal

A Atividade Turística como ferramenta para o Desenvolvimento
António Ceia da Silva, Presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo

Combate às desigualdades e erradicação da pobreza no Alto Alentejo
Marco Domingues, Presidente da Direção da Animar - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local, em representação da Ecogerminar – Associação de Desenvolvimento do Interior, de promoção do Comércio Solidário, do Ecoturismo e de luta à Desertificação Rural

Moderação: Luísa Panaças, Presidente da Mesa do Conselho Geral da EAPN – Rede Europeia Anti Pobreza / Núcleo de Portalegre
16h30
Prémio INATEL Sustentabilidade
Entrega do Prémio INATEL Sustentabilidade a personalidade(s), organizações ou comunidades no contexto da temática abordada.
17h00 Cocktail de encerramento

 
 
  • Até 2030, progressivamente alcançar, e manter de forma sustentável, o crescimento do rendimento dos 40% da população mais pobre a um ritmo maior do que o da média nacional.
  • Até 2030, capacitar e promover a inclusão social, económica e política de todos, independentemente da idade, género, deficiência, raça, etnia, origem, religião, condição económica ou outra.
  • Garantir a igualdade de oportunidades e reduzir as desigualdades de resultados, inclusive através da eliminação de leis, políticas e práticas discriminatórias e da promoção de legislação, políticas e ações adequadas a este respeito. Adotar políticas, especialmente ao nível fiscal, salarial e de proteção social, e alcançar progressivamente uma maior igualdade.
  • Melhorar a regulamentação e monitorização dos mercados e instituições financeiras globais e fortalecer a implementação de tais regulamentações.
  • Assegurar uma representação e voz mais forte dos países em desenvolvimento em tomadas de decisão nas instituições económicas e financeiras internacionais globais, a fim de produzir instituições mais eficazes, credíveis, responsáveis e legítimas.
  • Facilitar a migração e a mobilidade das pessoas de forma ordenada, segura, regular e responsável, inclusive através da implementação de políticas de migração planeadas e bem geridas.
  • Implementar o princípio do tratamento especial e diferenciado para países em desenvolvimento, em particular para os países menos desenvolvidos, em conformidade com os acordos da Organização Mundial do Comércio.
  • Incentivar a assistência oficial ao desenvolvimento e fluxos financeiros, incluindo o investimento externo direto, para os Estados onde a necessidade é maior, em particular os países menos desenvolvidos, os países africanos, os pequenos Estados insulares em desenvolvimento e os países em desenvolvimento sem litoral, de acordo com os seus planos e programas nacionais.
  • Até 2030, reduzir para menos de 3% os custos de transação de remessas dos migrantes e eliminar os mecanismos de remessas com custos superiores a 5%.

Apoio:

CV-(1).png
 
 
Mais informações
Telf. 210 027 142
inatel.social@inatel.pt